Igreja Batista do Calvário

Uma família de servos e adoradores de braços abertos para voce!

Categoria: Artigo

Liderar e ser liderado em Igreja Batista

Edvar Gimenes de Oliveira, pastor, colaborador de OJB

Liderar é um processo de interação entre perfis de quem lidera e de quem é liderado. Não é algo que depende somente da suposta capacidade de alguém tido como líder, mas também das qualidades de quem é liderado. Os resultados da ação de um grupo dependem, portanto, da afinidade entre duas partes – líderes e liderados – em quesitos como caráter, valores, motivação, conhecimento e finalidades.

Um líder, então, pode ser extremamente bem sucedido em um contexto e não em outro. Pode ver resultados do seu trabalho florescendo rapidamente em um lugar e, lentamente ou até não vê-los, em outro. Os fatores de cada circunstância determinam o sucesso do empreendimento.

Isso significa que quem ocupa cargos ou funções de liderança precisa conhecer não somente a missão, visão estratégica, valores, cultura, enfim, da organização, mas também o caráter e a motivação dos liderados.

Claro que, em uma situação concreta, os elementos que compõem o palco no qual a história vai desenrolar-se nem sempre são claros. Geralmente, pelo contrário, são um emaranhado que exige muito tempo de observação e reflexão da parte de quem tem a responsabilidade de liderar.

No caso de uma Igreja Batista, quando um processo de caminhada entre líderes e liderados tem início, isso não acontece a partir do nada. O próprio nome Igreja Batista serve de indicador prévio. Ele aponta dois pressupostos: 1) – somos Igrejas; 2) – somos Batistas. É a partir desses dois elementos que tudo se desenvolverá.

Tanto a palavra Igreja quanto a Batista tem uma história. Daí, uma condição essencial para o sucesso na caminhada entre líderes e liderados na Igreja é conhecer história. Não somente a história, a etimologia dessas palavras, mas o significado dado a elas a partir do contexto primitivo do seu uso. Uma vez que organizações e palavras não são elementos estáticos, congelados, é importante que se saiba o que se tornaram e o porque do significado que ganharam, no máximo de contextos possíveis.

Se houver conhecimento de ambas as partes do que vem a ser Igreja e Batista, encontraremos elementos comuns à busca de afinidade, para, a partir daí, afinar caráter, valores e motivação, bem como eleger prioridades, objetivos e metas específicas. Sem conhecimento da natureza do empreendimento, clareza das finalidades e disposição para subordinar-se a eles, o sucesso da trajetória torna-se mais incerto.

Portanto, diria que um primeiro passo para quem se propõe a liderar uma Igreja Batista é certificar-se de que líderes e liderados sabem e aceitam o que é ser Igreja Batista e suas finalidades. Se houver entendimento em torno disso, as probabilidades de acerto nos demais elementos aumentam significativamente.

Se não só a Igreja é a cara de seus líderes, mas também os líderes são a cara da Igreja é fundamental que conheçamos bem nossa história, missão, visão e valores, a fim de que a liderança represente o que de melhor desejamos para o nosso futuro.

Um sinal claro de maturidade cristã

Acredito que todos nós sabemos que, como cristãos, estamos destinados a crescer e amadurecer. Nós iniciamos na fé como crianças e precisamos nos desenvolver até sermos adultos. Os autores do Novo Testamento insistem que todos nós devemos fazer esta transição, do leite para a carne, da mesa das crianças para os jantares de adulto. E apesar de estarmos cientes que devemos passar por este processo de amadurecimento, muitos de nós tendem a medir maturidade de formas erradas. Somos facilmente enganados. Eu acho que isso é especialmente verdade em uma tradição como a Reformada, que (com razão) coloca uma forte ênfase no ensino e nos fatos da fé.

Quando Paulo escreveu a Timóteo, ele fala sobre a natureza e propósito da Bíblia: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2 Timóteo 3.16-17). A palavra perfeito está relacionada à maturidade. Paulo diz que Timóteo, e por extensão eu e você, somos incompletos, inacabados e imaturos. A Bíblia é o meio que Deus usa para nos finalizar e completar, trazendo-nos à maturidade.

Mas o que significa ser um Cristão maduro? Penso que tendemos a acreditar que os Cristãos maduros são aqueles que sabem um monte de coisas sobre a Bíblia. Cristãos maduros são aqueles que têm sua teologia de cor e salteado. Mas veja o que Paulo diz: “A fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra”. Paulo não diz: “A fim de que o homem de Deus seja perfeito e conhecedor da Bíblia de trás para frente”, ou “Afim de que o homem de Deus seja perfeito e capaz de explicar e definir o supralapsarianismo versus o infralapsarianismo.” Ele não diz: “Afim de que o homem de Deus seja perfeito e capaz de prover um esboço estruturado de cada uma das epístolas de Paulo.” Todas essas coisas são boas, mas elas não são a ênfase de Paulo. Elas podem ser sinais de maturidade, mas também podem mascarar imaturidade.

Quando Paulo fala sobre perfeição e maturidade, ele aponta para ações, para atitudes, para “toda boa obra”. A Bíblia tem o poder de nos amadurecer, e conforme nos comprometemos a leitura, compreensão e obediência, necessariamente crescemos na fé. Essa maturidade é mais evidenciada nas boas obras que fazemos do que no conhecimento que recitamos. E isso é exatamente o que Deus quer de nós – que sejamos maduros e benfeitores amadurecidos que se deleitam em fazer o bem para os outros. Essa ênfase em boas obras é um tema significante no Novo Testamento (veja Efésios 2.10, Tito 2.14, etc) e a própria razão pela qual Deus nos salvou.

Isso significa que maturidade espiritual é melhor evidenciada em atos do que em fatos. Você pode saber tudo que existe sobre teologia, você pode ser uma teologia sistemática ambulante, você pode gastar uma vida inteira ensinando outros em um seminário, e mesmo assim ser completamente imaturo. Você irá permanecer sendo imaturo se aquele conhecimento que você acumulou não te motiva a fazer o bem para os outros. Os Cristão maduros são aqueles que glorificam à Deus fazendo o bem para os outros, que externalizam seu conhecimento em boas obras.

É claro que fatos e ações tem relação entre si, de modo que isto não é um apelo para negligenciar a leitura, o estudo e o entendimento da Bíblia. De modo nenhum! Quanto mais você conhece da Bíblia, mais você pode ensinar, reprovar, corrigir e treinar a si mesmo de uma forma que modele suas ações a te incentivar a fazer as melhores obras da melhor forma pela melhor razão. Mais conhecimento de Deus através de sua Palavra deveria conduzir a um maior e melhor serviço aos outros.

Mas, no fim das contas, Cristo viveu e morreu para “remir-nos de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras” (Tito 2.14). Conhecimento de Deus e sua Palavra é bom. Conhecimento de Deus e sua Palavra manifestado externamente, fazendo aquilo que beneficie outros – não há nada que glorifique mais a Deus que isso.

Fonte: reforma21.org

Fonte: http://palavraprudente.com.br/vida-crista/um-sinal-claro-de-maturidade-crista/

PLANTAÇÃO DE IGREJA

A Junta de Missões Nacionais dedica-se à plantação de igrejas multiplicadoras em todos os estados do Brasil. Também são plantadas igrejas entre os indígenas, ribeirinhos, povos étnicos e surdos em todo o território nacional.

O que é plantar igreja?

Podemos entender o termo “igreja” como uma comunidade de discípulos em que os mesmos devem ser agregados e levados ao aperfeiçoamento cristão, fazendo novos discípulos.

O ato de evangelizar alcança uma pessoa, mas o processo de plantar igrejas faz com que o Evangelho permaneça para as futuras gerações.

A Grande Comissão nos ordena a fazer discípulos, e o seu pleno cumprimento em cidades ou bairros onde não há igrejas ou há poucas, ou entre povos sem igreja, implica a plantação de novas igrejas. Se o nosso alvo é ganhar a população de uma cidade ou bairro, isto é, se queremos que o Evangelho esteja permanentemente enraizado naquela cidade ou bairro, precisamos não só de alguns poucos discípulos ali, mas de uma igreja local capaz de se multiplicar. Essa foi a estratégia da igreja primitiva para cumprir a grande comissão e o plantio de igrejas (Atos 14. 21-23).

Para o apóstolo Paulo fazer discípulos não significava apenas a pregação inicial ou mesmo a colheita de alguns frutos, mas o amadurecimento e fortalecimento dos novos convertidos com o intuito de agregá-los e estabelecê-los em igrejas locais.

Precisamos resgatar em nossa geração este sentimento de urgência quanto ao cumprimento da missão, encorajando-a e capacitando-a para a plantação de novas igrejas. É nosso desafio e desejo incendiar os corações dos líderes, pastores e igrejas para um grande movimento de plantação de igrejas no Brasil.

O alvo dos batistas brasileiros é 1 igreja para cada 10.000 habitantes e 4,2 milhões de membros em 2020.

Acesse o site www.visaobrasil2020.com.br e conheça mais sobre os locais com maior necessidade.

A estratégia dos missionários de Missões Nacionais para plantação e crescimento de igrejas é a visão de Igreja Multiplicadora, baseada nos cinco princípios do livro de atos:

  • Oração;
  • Evangelização discipuladora;
  • Formação de líderes;
  • Compaixão e graça;
  • Plantação de novas igrejas.

Sua igreja também pode ser multiplicadora! Saiba mais nos livros e no site www.igrejamultiplicadora.org 

Se você  quiser ser um voluntário por dois anos entre os ribeirinhos na Amazônia, acesse o site www.radicalbrasil.org .

Se sua igreja deseja conhecer um de nossos projetos envie um email para viagens@missoesnacionais.org.br

​Fonte: https://www.missoesnacionais.org.br/plantao-de-igrejas

 

Adoração

Uma das falácias mais solene e destruidora de almas nestes dias é a idéia de que almas não-regeneradas são capazes de adorar a Deus. Provavelmente a razão maior pela qual este erro tem ganho tanto espaço deve-se à imensa ignorância espalhada acerca da natureza real da verdadeira adoração.

As pessoas imaginam que, se elas freqüentarem um culto religioso, forem reverentes em seu comportamento, participarem do período de hinos, ouvirem respeitosamente o pregador, e contribuirem com ofertas, então realmente adoraram a Deus. Pobres almas iludidas… um engano que é levado adiante pelo falso-profeta e explorador do dia. Contra toda esta ilusão, temos as palavras de Cristo em João 4.24, que são surpreendentes em seu caráter restritivo e pungente: “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade”.

A VAIDADE DA FALSA ADORAÇÃO

“Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim; em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens” (Marcos 7.6,7). Estas palavras solenes foram ditas pelo Senhor Jesus aos escribas e fariseus. Eles vieram a Ele com a acusação de que Seus discípulos não se conformavam às suas tradições e práticas em relação à pureza e lavagens cerimoniais. Em Sua resposta, Cristo expôs a inutilidade da

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Rua Alcides Batista, 64 - Morada do Sol - São João do Paraíso/MG - CEP: 39540-000

Cultos: Sexta, Sábado e Domingo (19:30) | Domingo-EBD (09:00)

Telefone: (38) 99928-1340 / (38) 99195-4125