Igreja Batista do Calvário

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A depressão é uma das experiências mais perturbadoras do ser humano

Quando se trata de depressão, deve-se evitar a palavra doença. É mais apropriado usar a expressão transtorno psíquico. Outra observação: quando a depressão se instala, apelos bem intencionados, conselhos na linha do pensamento positivo e exemplos desafiadores só contribuem para que o deprimido sinta-se ainda mais incapaz e desalentado. Essas e outras ponderações sobre depressão estão nesta entrevista com Uriel Heckert, doutor em psiquiatria pela Universidade de São Paulo, professor da mesma ciência na Universidade Federal de Juiz de Fora e presidente do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos (CPPC).

Ultimato – O que é depressão?

Uriel – É um estado de sofrimento psíquico caracterizado fundamentalmente por rebaixamento do humor (isto é, do estado afetivo básico apresentado pela pessoa), acompanhado por diminuição significativa do interesse, prazer e energia. Normalmente, acrescem-se alterações do sono e apetite, retardo psicomotor, sensação de fadiga, falta de concentração, indecisão, diminuição da autoconfiança, pessimismo, idéias de culpa, desejo recorrente de morrer, entre outros sintomas. Depressão deve ser diferenciada de tristeza, que é uma experiência humana universal e esperada diante de experiências desfavoráveis, como o luto, por exemplo. O diagnóstico de depressão implica na correta avaliação das características e intensidade dos sintomas, bem como o tempo de evolução e suas repercussões.

Ultimato – Qual a diferença entre depressão e distimia?

Uriel – As duas formas reconhecidas de depressão são a depressão maior e a distimia. Na primeira, os sintomas são pronunciados, de instalação rápida, com quadro clínico mais expressivo e definido. Já na distimia os sintomas são mais discretos e nem sempre claramente percebidos, porém arrastam-se por tempo prolongado. Em ambas as formas há grande sofrimento emocional, com repercussões físicas, sociais e possíveis prejuízos em várias áreas da vida pessoal. Outra classificação distingue episódio depressivo e transtorno depressivo recorrente. Neste último, há tendência a recidivas, após períodos variáveis de remissão dos sintomas. Na verdade, o campo dos transtornos do humor recebe grandes investimentos em pesquisas, atualmente. Assim, é de se esperar que ocorram mudanças nas tipologias, visando maior precisão no diagnóstico e terapêutica.

Ultimato – A revista Saúde de outubro/2000 diz que 19% da população mundial sofre de depressão e a revista Veja de 1º de novembro/2000 diz que a distimia atinge 4% dos habitantes do planeta. O sr. confirma estes dados?

Uriel – A depressão é dos transtornos mentais mais freqüentes e está entre as principais preocupações da Organização Mundial da Saúde para a presente década. Estima-se que de 15% a 20% da população em geral apresenta depressão maior em algum período da vida. Acresce-se a isso o fato de que, sob algumas condições, as pessoas se mostram mais vulneráveis; por exemplo, quando enfermas, idosas ou quando experimentam situações de perda ou desamparo. A distimia tem prevalência ao longo da vida de 4 a 5%. Estes dados têm sido confirmados junto à população brasileira.

Ultimato – A depressão é mais comum no homem ou na mulher? Há uma faixa etária mais vulnerável?

Uriel – Ela é significativamente mais freqüente em mulheres do que em homens, na razão de dois para um. Em períodos como puerpério, menopausa e idade avançada, a depressão tem maior incidência. Adultos descasados apresentam-na numa proporção de duas vezes e meia maior que os casados.

Ultimato – A depressão é uma doença mental?

Uriel – Atualmente, evita-se a expressão doença mental, pois não se tem clareza total sobre os fatores que determinam os transtornos psíquicos. O termo doença tem sido reservado para aquelas poucas condições em que já se tem certeza de um mecanismo patológico, principalmente se ele é de natureza biológica (por exemplo, Doença de Alzheimer, em que há uma degeneração das estruturas cerebrais, constatável e mensurável). Assim, prefere-se falar em transtorno, sem comprometer-se com possíveis determinantes. No caso da depressão, a polêmica se estabelece com aqueles que insistem em considerá-la como uma mera disposição comportamental, uma deficiência de caráter, ou mesmo um problema de natureza espiritual. Todo o cuidado é necessário, é verdade, para não tomar como patológicas expressões diversas do comportamento humano. O campo da saúde mental não deve ser usado para escamotear responsabilidades sociais e morais. Muito menos pode ser instrumento para se desqualificar experiências inusitadas de contato com dimensões profundas da alma.

Ultimato – O que provoca a depressão?

Uriel – A noção que hoje predomina no campo da saúde mental é da multicausalidade. A predisposição genética parece importante, bem como alterações de funções cerebrais, principalmente no nível da neuroquímica. Por outro lado, a disposição psíquica individual pode favorecer que a depressão se desenvolva (padrões de pensamento pessimista e auto-acusatório, expressão reprimida de necessidades e vontade, níveis elevados de introversão e dependência, freqüente mau humor e irritabilidade, entre outros). Também as vivências de perdas, sejam elas reais ou simbólicas, predispõem sua instalação, bem como situações de privação e isolamento social. É preciso lembrar a chamada depressão secundária, resultante de enfermidades clínicas variadas e uso de alguns medicamentos.

Ultimato – A depressão pode ser prevenida?

Uriel – As pessoas que têm uma predisposição familiar e, ou aquelas com perfil de personalidade favorável ao desenvolvimento da depressão, podem ter alguns cuidados preventivos. Aqueles momentos da vida em que se mostra maior vulnerabilidade também devem merecer atenção. Esses podem estar relacionados ao ciclo da vida (puerpério, menopausa, velhice) ou a episódios desfavoráveis (mudança geográfica, aposentadoria, desemprego, separação conjugal, doença grave, cirurgia mutiladora, tragédias coletivas, entre outros). Ajuda psicológica pode ser muito útil em todas as circunstâncias acima. Além disso, hábitos de vida saudáveis são sempre recomendados. Sabe-se que exercícios físicos, principalmente ao ar livre, em contato com raios solares, estimulam a produção pelo organismo de neuro-hormônios responsáveis pela sensação de bem-estar. Eles favorecem a manutenção do humor. O respeito aos ritmos biológicos é também indicado, principalmente o sono. Quanto às crenças e práticas religiosas, dados empíricos apontam que podem ter papel preventivo. Entretanto, não bastam meras formalidades e hábitos rotineiros. Importância tem sido dada à chamada religiosidade intrínseca, relacionada a convicções bem estabelecidas, que sejam doadoras de sentido à existência e tragam forte envolvimento pessoal. Mesmo uma fé assim nem sempre é suficiente para evitar que o cristão sofra de depressão. Em ocorrendo, contudo, há evidências que sustentam a expectativa de uma evolução mais favorável.

Ultimato – A depressão afeta o raciocínio e a vida religiosa do paciente?

Uriel – Todas as dimensões da vida individual e relacional são afetadas pela depressão. Estando o humor rebaixado, falta interesse, desaparece a curiosidade intelectual, reduz-se a capacidade de concentração, o raciocínio fica lento. Os conteúdos do pensamento assumem tom pessimista, dando espaço para idéias de recriminação e culpa extremamente penosas. Nos casos mais graves, idéias de morte estão sempre presentes e podem ser muito perturbadoras. A vida religiosa também é atingida. É comum que não haja disposição para as práticas habituais da oração, leitura da Bíblia, da mesma forma que não existe ânimo para o trabalho e outras formas de prazer. A tendência da pessoa é isolar-se no seu sofrimento, evitando contatos, visitas, idas a igreja ou qualquer outro lugar. É importante lembrar que, se a depressão está presente, apelos bem intencionados, conselhos de “pensamento positivo”, exemplos desafiadores só contribuem para que a pessoa sinta-se ainda mais incapaz e desalentada. A disposição afetiva, que se constitui no grande motor da vida, é a função psíquica primariamente afetada na depressão. Assim, tudo o mais torna-se desinteressante e a incapacidade para reagir pode ser extrema.

Ultimato – Qual a relação da depressão com o estresse?

Uriel – Estresse refere-se à condição do organismo que está submetido a uma pressão exagerada, acima das suas possibilidades saudáveis de adaptação. Diferentes enfermidades físicas e psíquicas podem surgir em decorrência de um estresse prolongado. A depressão é dessas conseqüências uma das mais comuns em nossos dias.

Ultimato – Diante de um caso de depressão, que providência deve ser tomada?

Uriel – Antes de qualquer iniciativa, é muito importante definir o diagnóstico. Pode ser que a pessoa apresente uma tristeza transitória, plenamente justificada diante de algum episódio da vida, como luto, perdas, enfermidades. Outra possibilidade é que a alteração do humor seja sintoma de alguma enfermidade física, como anemia, hipotireoidismo, doenças neurológicas, algumas infecções, uso de certos medicamentos. Mesmo nesses casos, uma depressão secundária pode se instalar, a ponto de merecer tratamento específico. Há ainda que diferençar de outros transtornos psíquicos cujos sintomas se confundem com os da depressão: transtornos alimentares, de personalidade, quadros ansiosos, psicoses, demências. Uma vez identificada a depressão como sendo o transtorno psíquico primário, cabe verificar se ela é unipolar ou bipolar. Nesse último caso, a depressão é uma das fases do chamado transtorno bipolar do humor, em que se alternam fases de exaltação psíquica. A rigor, todo profissional da saúde deve estar apto a distinguir as situações acima descritas e encaminhar as pessoas ao tratamento mais adequado.

Ultimato – Quem deve cuidar do deprimido: um neurologista, um psicólogo ou um psiquiatra?

Uriel – Em nossos dias, tem sido muito enfatizado o tratamento com medicamentos específicos, os chamados antidepressivos. Eles agem no nível das sinapses do sistema nervoso central, ativando a ação dos neurotransmissores (serotonina e noradrenalina, principalmente). Os resultados do uso dessas substâncias têm sido animadores. Entretanto, deve-se lembrar que a depressão é uma experiência vivencial profunda, das mais perturbadoras para o ser humano. Como tal, ela implica sempre numa reconsideração existencial, que leva a reavaliação de atividades, compromissos, relacionamentos, valores e crenças. Sabe-se mesmo que a sua superação está relacionada à elaboração do significado que a experiência passa a ter na história de vida pessoal. Assim sendo, é indispensável que se propicie espaços terapêuticos em que a expressão dos sentimentos seja valorizada e estimulada, com vistas à sua adequada integração. Vê-se, portanto, que há ações que podem ser providas por diferentes fontes que atuem, preferencialmente, de forma coordenada e convergente. Algumas competências são específicas dos profissionais da saúde, como o ato de diagnosticar, medicar, exercer a psicoterapia, orientar sobre atitudes e riscos. Outras medidas de suporte podem ser supridas por familiares e amigos habilidosos, especialmente aqueles que já passaram por experiência semelhante, bem como por pastores e conselheiros capacitados. Papel destacado pode ocupar a igreja, desde que seja uma comunidade de acolhimento e estímulo aos que sofrem e às suas famílias.

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SÉRIE SOBRE: DEPRESSÃO E GRAÇA

Evangelista Batista Billy Graham morre aos 99 anos

De acordo com o obituário oficial publicado pela Billy Graham Evangelistic Association, William Franklin “Billy” Graham Jr., mundialmente conhecido como Billy Graham, faleceu na manhã desta quarta-feira (21) em sua casa em Montreat, na Carolina do Norte (EUA).

Billy Graham foi um dos evangelistas cristãos mais conhecidos e influentes do século XX. Ele será lembrado por suas “Cruzadas Evangelísticas”, que reuniam milhões de pessoas, e também pelo seu jeito leve e íntegro de pregar o Evangelho. Segundo a Associação, ao longo de sua vida, Billy Graham organizou mais de 400 Cruzadas, pregou para cerca de 215 milhões de pessoas em aproximadamente 185 países, e impactou muitas outras vidas através dos meios de comunicação e dos seus 34 livros.

Sua mensagem de paz e esperança apresentou o cristianismo a todas as etnias, credos e níveis sociais. Ele acreditava que Deus não conhecia fronteiras ou nacionalidades. Durante seu ministério, ele teve a oportunidade de ser conselheiro de vários presidentes dos Estados Unidos da América do Norte.

A sua primeira cruzada evangelística oficial foi realizada em 1947. Porém, foi em 1949, que aconteceu um grande marco em seu ministério: a cruzada de Los Angeles. Ela estava planejada para três semanas e foi estendida para oito, impactando milhares de vidas. A sua influência chegou até os evangélicos brasileiros. Tivemos o privilégio de recebê-lo duas vezes na cidade do Rio de Janeiro. Em 1960, ele participou do X Congresso da Aliança Batista Mundial, que reuniu mais de 170 mil pessoas. E em 06 de outubro de 1974, realizou uma Cruzada no Maracanã, que durou quatro dias e conseguiu reunir mais de 600 mil pessoas.

Em uma ocasião, ao relembrar sua juventude, Billy Graham declarou que detestava ir à Igreja. Criado em uma fazenda, ele preferia os jogos de beisebol aos cultos. Mas, em 1934, isso mudou. Com 15 anos, Billy Graham aceitou a Jesus como Salvador, através do trabalho de um evangelista itinerante chamado Mordecai Fowler Ham.

Depois de estudar no Instituto Bíblico da Flórida (agora Trinity College of Florida) ingressou no Wheaton College, em Chicago, onde conheceu sua esposa, Ruth McCue Bell, filha de missionários médicos na China. No ano de 1939, Billy foi ordenado pastor pela Igreja Batista Peniel em Palatka, no Estado da Flórida, e depois pastoreou a Igreja Batista da Vila Western Springs no Estado de Illinois, e assim aprofundou-se nas Sagradas Escrituras e confirmou o seu chamado missionário. A formatura e o casamento de Billy e Ruth aconteceram no verão de 1943. Eles tiveram cinco filhos e foram casados por 64 anos, até a morte de Ruth, em 2007. Billy Graham deixa a irmã Jean Ford; as filhas Gigi, Anne e Ruth; filhos Franklin e Ned; 19 netos; e inúmeros bisnetos.

A fidelidade de Graham ao seu chamado será resumida na inscrição a ser colocada em sua lápide: “Pregador do Evangelho do Senhor Jesus Cristo”.

Um culto memorial privado será realizado na Biblioteca Billy Graham, em uma data a ser anunciada. Em vez de flores, ofertas memoriais podem ser feitas para o ministério de evangelismo da Billy Graham Evangelistic Association, em BillyGraham.org ou via correio para Billy Graham Evangelistic Association, 1 Billy Graham Parkway, Charlotte, NC 28201. Mensagens de conforto e testemunhos também poderão ser postados em BillyGraham.org.

Os Batistas brasileiros se solidarizam com a família Graham pelo falecimento do pastor e evangelista Billy Graham, esse grande homem de Deus. Exaltamos ao Senhor pela sua influência mundial, pelo profícuo trabalho de evangelização e pelo exemplo de integridade pessoal e ministerial que deixou para as próximas gerações. O nosso conforto é saber que ele “está mais vivo do que nunca”, assim como todo aquele que crer em Cristo!

“Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.” (Jo 5.24)

Fotos: Divugação/Billy Graham Evangelistic Association e Divulgação/ O Jornal Batista

Fonte: http://www.convencaobatista.com.br/siteNovo/pagina.php?NOT_ID=107

Livre da Pornografia (um testemunho)

Como Mefibosete disse a Davi, “Por que te preocuparias comigo, um cão morto?” (2 Samuel 9:8) E isso foi depois de Davi ter dito “comerás na minha mesa todos os dias da tua vida” Eu digo o mesmo, por quê o Senhor se preocupou comigo, um cão morto, uma pulga, um verme? Eu começo dizendo que não sei porque Ele se preocupou comigo, mas eu sei, porque Isaías 43:7 diz que Ele me salvou, Ele me fez, Ele me formou para a Sua glória, e que Deus seria glorificado. É por isso que eu estou aqui testemunhando hoje, porque eu creio que o Senhor será glorificado através do meu testemunho da grande salvação, que tem sido toda graça de Deus, e sabe, eu oro pra que o Senhor me ajude a exaltar Cristo ao mencionar as coisas do meu passado, e de onde estou agora.

E então, sabe, eu cresci na igreja, e por volta dos 5 ou 6 anos, eu fiz a “Oração do Pecador” nos degraus da minha avó, dentro da casa dela, eu me lembro de onde foi. E eu lembro dos anos seguintes, minha esperança de salvação estava naquela oração, eu aceitando Jesus. Eu sempre voltava àquilo. Eu relembrava aquele lugar, pensava nisso e apanhava alguma segurança daquilo e esperava naquilo. Minha esperança não estava em Cristo. Minha rocha não era Ele. Eu estava confiando numa estrutura que parecia firme, mas que me desapontaria no fim.

Então, por volta dos 12 anos, eu comecei a ir ao mercado com a minha mãe – eu tinha ido antes, mas foi naquela época que comecei a reparar nas revistas no caixa e aos 12 anos, eu fiquei fortemente viciado em pornografia e pelos próximos nove anos da minha vida, eu fui escravo dela, seja pela internet ou revistas, onde quer que fosse. Eu estava vivendo para a luxúria. Era o que me controlava, o que me satisfazia. O incrível é que não importa o quanto você use, ela sempre acaba lhe deixando vazio. Uma das coisas mais enganadoras sobre o pecado é a busca dele. Enquanto você persegue o pecado, há satisfação e entusiasmo, mas uma vez que você o alcança, e se satisfaz com ele, aí ele lhe deixa árido e vazio. Como ouvi uma vez, “O pecado lhe levará mais longe do que você quer ir, lhe segurará mais tempo do que você quer ficar, e custará mais do que você jamais

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TE ESCOLHI PORQUE VOCÊ É A RESPOSTA MAIS LINDA E EXATA DAS MINHAS ORAÇÕES.

Eu escolhi você, porque, desde quando entrou na minha vida, o meu mundo em preto e branco tomou cor. Eu escolhi você, porque meus domingos à tarde deixaram de ser tediosos e eu passei a gostar de ficar no sábado à noite em casa com o meu pijama velho, vendo um filme qualquer ao seu lado

Eu escolhi você, porque eu aprendi que posso ser muito e que melhorar algumas coisas em nós é preciso e faz parte do nosso crescimento. Eu, com você, sou mais. Eu, com você, sou soma e não divisão.

Eu escolhi você porque meu riso toma forma de amor e minha alma fica leve quando estou com você. Eu te escolhi, porque meu primeiro e último pensamento do dia continua sendo você. Eu escolhi você, porque as despedidas, por mais simples que sejam, são sempre dolorosas e logo me sinto invadida pela tal da saudade. Eu o escolhi, porque você é a primeira pessoa que eu procuro quando algo de bom me acontece, é a primeira pessoa que eu procuro quando não estou bem e preciso de um abraço, desses que sufocam a gente de tanto amor.

Escolhi você porque, mesmo depois de tanto tempo juntos, meu coração ainda

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Pr. Hernandes Dias Lopes (Cada Dia)

“Eis que as nações são consideradas por ele como um pingo que cai dum balde e como um grão de pó na balança…” Is 40.15

Um pai caminhava com seu filho de quatro anos, quando este lhe perguntou: “Papai, qual é o tamanho de Deus?”. O pai, perplexo com a pergunta, olhou para o alto e viu uma avião cruzando os céus. Então, disse ao filho: “Olhe para o céu e veja aquele avião. Qual é o tamanho daquele avião?”. O menino respondeu: “Pequeno papai, muito pequeno”. O pai, imediatamente, levou o menino ao aeroporto e mostrou-lhe bem de pertinho, um jumbo imenso estacionado no pátio. Perguntou-lhe: “Filho, qual é o tamanho deste avião?”. O menino prontamente respondeu: “Grande papai, muito grande”.

O pai então explicou: “Meu filho, Deus é do mesmo jeito. Quando você está longe de Deus, ele parece pequeno aos seus olhos, mas quando você está perto de Deus, ele é grande, muito grande”. Depois que Deus revelou a Jó sua majestade, ele disse: “Bem sei que tudo podes e nenhum dos teus planos pode ser frustrado”.

O profeta Isaías diz que Deus é majestoso. Mediu as águas na concha de sua mão e pesou o pó da terra em balança de precisão. Mediu os céus a palmo e espalhou no firmamento as estrelas. Todas as nações da terra não passam de um vácuo em sua presença. Quão grande é o seu Deus? O quanto ele pode? Aquele que nem o céu dos céus pode contê-lo pode ser conhecido como seu refúgio e abrigo no temporal.

Pr. Hernandes Dias Lopes (Cada Dia)

ALTOS E BAIXOS NA VIDA CRISTÃ – Pr. Doronézio Pedro de Andrade

Quem nunca teve uma crise na dimensão da fé? Há momentos em que sentimos profunda dificuldade em confiar plenamente no Deus Todo-Poderoso, pois não ouvimos sua voz, não temos respostas às nossas orações, não encontramos ânimo para adorar. Ler a Bíblia? Nem pensar. Passamos a ter uma apatia pela igreja, sem sentir vontade de viver em comunhão com os salvos. Olhamos em volta e passamos a nutrir no coração o desejo desfrutar de coisas oferecidas pelo mundo, achando que estamos perdendo o nosso valioso tempo na vida cristã.

Quem nunca pensou em desistir de seguir a Cristo? São tantas dificuldades, perseguições, críticas e uma série de situações jamais imaginadas. Somos lembrados constantemente de que: “No mundo teremos aflições”; “Quem deseja viver piamente em Cristo sofrerá perseguições”; “A porta é estreita, devendo haver sempre a dimensão da renúncia”. E nestes momentos ficamos a nos indagar acerca de sermos em Cristo Jesus muito mais do que vitoriosos.

Quem nunca duvidou do poder e do amor de Deus? Enfrentamos crises terríveis, tendo dores na alma, fruto de palavras infelizes que os outros pronunciaram, rejeição, falta de amor e aceitabilidade, incompreensão para com o nosso mundo interior. Temos problemas nos relacionamentos. Faltam recursos financeiros. Na família vemos desunião, doenças, silêncio, agressões e toda uma série de fatos profundamente degradantes. Parece que estamos num grande e intransponível deserto.

Quem nunca pensou em jogar tudo pra cima? A pressão é tão grande que parece que vamos enlouquecer. As cobranças são intermináveis. Somos tratados como máquinas, na perspectiva de estarmos sempre produzindo. Desejamos o reconhecimento por aquilo que somos. Porém, a cada dia cobram mais desempenho. O fardo está se tornando pesado demais. Clamamos por alívio, ajuda e compreensão, pois do contrário, morreremos em pouco tempo.

Quem nunca se sentiu impulsionado a viver somente para a glória de Deus? Temos suplicado ao Senhor que nos ajude a caminhar por fé, dependendo Dele em todos os momentos, amando-O acima de todas as coisas, adorando, servindo, rejeitando as ofertas do mundo, buscando em primeiro lugar o seu reino, falando do amor de Cristo, e, testemunhando da esperança da vida eterna. Temos sido tomados pela alegria do Espírito Santo que nos unge, capacita, ensina e consola abundantemente.

Quem nunca sentiu aversão aos pecados cometidos, sabendo que os mesmos entristeceram o coração amoroso de Deus? Vivemos uma constante luta entre o espírito e a carne. Por isso, devemos fortalecer o homem interior, a fim de que os nossos atos manifestem o bom perfume de Jesus, ratificando a incontestável fundamentação de que sabemos em quem temos crido e nada pode nos separar de seu amor mais do que abundante. Vale a pena sermos fieis a Deus, mesmo em face dos altos e baixos da vida cristã.

Pr. Doronézio Pedro de Andrade

Pastor da PibVitória

ACAMPAMENTO DE VERÃO IBC 2018 – DE 10 À 13 DE FEVEREIRO

O QUE SIGNIFICA “ANDAR COM DEUS”?

Existe uma certa linguagem que cristãos costumam usar, o tal “evangeliquês”. Usamos certas palavras com tanta frequência que, as vezes, nem sabemos exatamente o que queremos dizer por elas.
Um exemplo disso é aquela pergunta bem-intencionada, “Como está seu andar com Deus? Você está em comunhão com Ele?” O que queremos dizer exatamente sobre “andar” com Deus?
Sempre entendi que meu ‘andar’ era a minha vida devocional. Quem pergunta acerca do meu andar quer saber se estou lendo minha Bíblia todo dia, e orando. O que é um ótimo e necessário hábito, claro.
Mas pense nos cristãos do 1º século. Poucos tiveram uma Bíblia. Nem todos, inclusive, sabiam ler! As poucas cópias dos Evangelhos, ou, talvez, de alguns capítulos do Novo Testamento, eram lidas nas reuniões semanais e repassadas entre as famílias.
Imagine, por um momento, que estamos no 1º século após Cristo. Estamos visitando uma família cristã, que mantém suas reuniões em secreto devido a perseguição. Pergunte ao marido, um fazendeiro analfabeto, ou aos seus filhos de 7 e 15 anos: “Como está seu andar com Deus?”
Qual resposta eles dariam?
Aos poucos descubro que a parte mais difícil da caminhada cristã não são os hábitos em si: as leituras, as orações antes das refeições, ou os cultos. A parte mais difícil é descansar na providencia de Deus. É crer que Ele suprirá toda necessidade. É fugir da ganância e consumismo da nossa cultura que sugere, assim como o serpente insinuou no Jardim do Éden, que Deus não sabe de todas as coisas.
É obedecer as palavras de Cristo: “Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças; e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos.”
Parece ironia, mas descansar em Deus é difícil. Minha natureza se revolta contra essa dependência nEle. Só descansamos quando confiamos, plenamente, que Ele é todo-poderoso. Que estamos escondidos na sua grandeza. Protegidos no seu amor. Aceitos no seu Filho. Capacitados pelo seu Espírito. Chamados para uma viva esperança. Recebidos perante teu Trono.
Os cristãos do 1º século, um povo simples, dolorosamente perseguido, tiveram um testemunho que impactou o mundo. Por quê? Porque andaram com Deus. Ou, dito de outra forma, andaram com profunda consciência de quem Deus é.
Daniel Gardner
Fonte: http://palavraprudente.com.br/vida-crista/o-que-significa-andar-com-deus/

ANO NOVO

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